Mestre Armand - Dominador BDSM no Rio de Janeiro - RJ
Mestre Armand - Dominador BDSM no Rio de Janeiro - RJ
I. A Chegada: A Quebra da Vaidade
Você entrou na minha cobertura de frente para o mar, trazendo o cheiro de maresia misturado ao perfume importado que você usa para intimidar os garçons dos restaurantes caros do Leblon. Lá fora, você é a "Musa", a mulher do corpo perfeito, blindada pelo ego e pelos seguidores. Aqui dentro, assim que a porta bateu, eu retirei seu nome.
Minha ordem foi seca, competindo com o barulho das ondas lá fora: — "Tira essa roupa de marca. A Princesinha ficou no calçadão. Aqui dentro você é só carne."
Enquanto você despia o vestido, revelando a marca de biquíni perfeitamente desenhada, eu não te olhei com desejo. Eu te olhei com desprezo. Fui até a varanda, acendi um cigarro e te deixei esperando, nua, sentindo a brisa fria bater no corpo quente, percebendo que, pela primeira vez no dia, ninguém estava te admirando.
II. O Ritual do Desprezo: Cinzeiro Humano
Voltei para a sala e me joguei na poltrona. — "Vem. De joelhos." Você engatinhou até mim, rebolando, achando que ia me seduzir. — "Para. Quem disse que você pode rebolar? Cabeça no chão. Boca aberta. Língua pra fora."
Você obedeceu. Eu não toquei em você. Apenas usei a sua boca aberta como depósito para a cinza do meu cigarro. A mulher que não aceita nada menos que champanhe agora estava ali, estática, segurando a sujeira do meu vício na língua, com medo de engolir, mas proibida de cuspir. — "Você fica linda assim. Calada e servindo de lixeira."
III. O Batismo: O Banheiro Vivo (Golden Shower)
Depois de terminar o cigarro, levantei. Olhei para você ali no chão, humilhada, e comecei a abrir o zíper da calça. Você ergueu os olhos, esperando sexo, esperando ser penetrada. Eu ri. — "Você se acha muito importante, né? Acha que merece meu pau agora? Você não merece nem o meu toque."
Coloquei meu membro para fora. Não mirei na sua boca. Mirei no seu cabelo escovado, no seu rosto maquiado, na sua maquiagem cara. — "Abre os olhos. Olha pro seu dono."
Soltei o jato quente de urina diretamente no seu rosto. O choque térmico te fez arfar. A urina escorria pelos seus cílios, entrava no seu nariz, desmanchava o rímel e encharcava seu cabelo de salão. O cheiro forte de amônia preencheu a sala, cobrindo seu perfume francês. Você tentou desviar, mas eu segurei sua nuca com força, obrigando você a receber tudo. Eu te batizei ali. A Musa do Leblon agora era o meu mictório particular.
IV. A Esfregona: Limpando a Própria Sujeira
Quando terminei, balancei o resto das gotas na sua testa. O chão de mármore estava molhado, uma poça amarela misturada com sua dignidade. — "Olha a sujeira que você fez, sua porca."
Você estava ofegante, com gosto de urina nos lábios, os olhos ardendo. — "Limpa. Com o cabelo."
Usei um pano e enrolei na sua cabeça. Forcei seu rosto contra a poça no chão. Esfreguei você como se fosse um pano velho. Arrastei seu corpo lindo e bronzeado pela sala, fazendo você secar o meu chão com a própria pele, com o próprio cabelo. — "É só pra isso que você serve. Pra limpar minha bota e receber meu lixo."
Quando te levantei pelos cabelos, você estava imunda. Fedendo. O rosto manchado. Uma verdadeira vagabunda de sarjeta. E foi nesse momento, vendo seu reflexo destruído no espelho da sala, que eu vi seus olhos revirarem de prazer. Você finalmente estava livre da obrigação de ser bonita.
V. O Clímax: A Puta da Zona Sul
Não te dei banho. Te arrastei suja mesmo para o sofá. Te joguei de bruços. Não houve preliminares. Cuspi nas suas costas e entrei em você com força, sem aviso, reivindicando o buraco que eu queria. Enquanto eu te estocava, puxando seu cabelo encharcado de urina, eu sussurrava no seu ouvido tudo o que a sociedade pensa, mas não diz: — "É isso que você gosta, né, piranha? De ser tratada como um buraco sujo. A doutora sumiu. Só sobrou a marmita."
Você gemia alto, sem vergonha, pedindo mais, implorando para ser quebrada, agradecendo por cada tapa estalado que eu deixava na sua bunda, marcando sua pele para a praia de amanhã.
VI. O Desfecho: A Marca Oculta
Quando acabou, você caiu no chão, trêmula, suja, uma bagunça deliciosa. Eu não te ajudei a levantar. Apenas apontei para a porta do banheiro. — "Agora você pode se lavar. Tente tirar o meu cheiro de você. Mas nós dois sabemos que, amanhã, quando você estiver desfilando de óculos escuros em Ipanema, você vai sentir o fantasma da minha mão no seu pescoço e o gosto da minha urina na boca."
Você saiu do meu apartamento impecável novamente. Mas seus olhos... eles tinham mudado. Agora eles tinham dono.
Categoria: Public Disgrace / Training
A Carol é minha. Para os porteiros do prédio de luxo na Delfim Moreira, ela é a "Madame do 802". Casada com um empresário do mercado financeiro, vive de Beach Tennis, dermato e jantares no Dias Ferreira. A pele bronzeada perfeita, o cabelo loiro de salão, a postura intocável.
Mas, sob o meu comando, a Carol descobriu sua verdadeira vocação: ser uma puta pública. Uma cadela adestrada que sente prazer em sujar a imagem imaculada que o marido paga tão caro para manter.
O meu prazer não é escondê-la. É fazer o Rio de Janeiro usar o que é dele. Aqui está o cronograma da degradação de uma socialite.
Fase 1: O Delivery (A Quebra da Etiqueta)
Começamos no conforto do ar-condicionado. Em uma sexta-feira chuvosa no Rio, o marido estava em São Paulo a trabalho. A ordem veio pelo WhatsApp: "Peça uma pizza. Quando o motoboy interfonar, você vai descer para pegar na portaria. Você vai vestir aquela sua saída de praia de crochê branca. Sem nada por baixo."
Ela hesitou. "Mestre, a portaria tem câmeras... o porteiro da noite é fofoqueiro." Minha resposta foi curta: "Se não descer agora, eu bloqueio você."
Ela obedeceu. O relato dela depois veio em áudio, com a voz trêmula de adrenalina:
"Mestre... eu desci. O vento do mar batia na saída de praia e ela colava no meu corpo. Dava para ver a sombra dos meus peitos, o escuro da minha buceta... O entregador era um moleque novo, com cara de favela. Quando ele me entregou a pizza, ele travou. Ele olhou pro meu mamilo duro no frio, olhou pra minha cara de vergonha... e sorriu. Ele sabia. Ele sabia que eu estava me oferecendo. Eu entreguei o dinheiro tremendo, sentindo minha perna escorrer, louca pra ele me puxar ali mesmo no hall."
Ali, a "Senhora" morreu. Nasceu a Exibicionista.
Fase 2: O Túnel da Devassidão (Uber Solo)
Uma semana depois, aumentei a aposta. A Missão: "Peça um Uber Black para o Centro. Vá vestida com sua roupa de reunião executiva. Saia de calcinha de casa, mas assim que o carro entrar no Túnel Rebouças, você vai tirar a calcinha discretamente e guardá-la na bolsa. O resto da viagem é sem proteção."
Ela me contou que o trânsito parou no túnel. O calor do Rio, mesmo com o ar do carro ligado, fazia ela suar. Ela tirou a calcinha. Sentar no couro sintético do banco de trás, com a buceta molhada e exposta, sentindo a vibração do motor subir pelas pernas... O motorista olhava pelo retrovisor. Ele via a respiração dela ofegante, o rosto vermelho. Ele percebeu que aquela mulher chique estava no cio. O ar ficou pesado, cheiro de sexo e perfume caro misturados. Ela chegou na reunião molhada, com a calcinha na bolsa, sentindo-se a puta mais suja da Avenida Rio Branco.
Fase 3: A Roleta Russa (A Marmita do Aterro)
A prova final. A "Musa" precisava ser usada. A ordem: "Hoje você vai pegar um Uber na saída de uma festa na Lapa. Você vai sentar na frente. Você vai abrir as pernas. Se ele quiser, você é dele. Não importa a cara, não importa o cheiro. Você é um buraco, e buracos não escolhem."
Era madrugada. Ela pegou um carro. O motorista era um cara mais velho, braço forte, olhar de quem já viu de tudo na noite carioca. Ela estava com um vestido curto. Ela abriu as pernas "sem querer". Ele viu que não tinha calcinha. Ele não perguntou nada. Apenas desviou a rota para uma das ruas escuras do Aterro do Flamengo.
O vídeo que ela me mandou era escuro, tremido e sujo. Não houve beijo. Houve o som de tapas estalando na coxa bronzeada dela. "Isso, sua piranha da Zona Sul. Gosta de dar pro motorista, né?" — ele dizia, com voz grossa. A imagem mostrava a cabeça loira dela enterrada no colo dele, engasgando, o rímel escorrendo pelo rosto suado. Depois, ele a virou no banco. Comeu a "esposa perfeita" de quatro, puxando o cabelo dela com força, tratando-a como uma vagabunda de estrada. Ela gemia alto, com a cara amassada no banco do carro, servindo de depósito para um estranho que ela nunca mais veria.
Fase 4: O Retorno (O Segredo do Porteiro)
A melhor parte para mim é o contraste final. Ela voltou para casa. O motorista a deixou na porta do prédio de luxo no Leblon. Ela desceu do carro com as pernas bambas. O vestido estava amassado. O cabelo, antes perfeito, estava um ninho. Mas o detalhe sórdido era o interior.
Ela caminhou pelo saguão de mármore, cumprimentou o porteiro com um "Boa noite, Seu Zé", enquanto sentia a porra do estranho escorrendo quente por dentro da coxa, molhando a parte interna do vestido. Ela subiu pelo elevador social, segurando o próprio gozo e a sujeira dentro dela. Entrou em casa, onde o marido assistia TV. "Demorou, amor. O trânsito estava ruim?" — ele perguntou. Ela deu um beijo no rosto dele, sentindo o cheiro de látex e suor de outro homem ainda na própria pele, e sorriu com aquele olhar de Vadia Satisfeita: "O trânsito estava horrível, querido. Mas o motorista sabia uns atalhos..."
Ela foi pro banho lavar o DNA do Uber, pronta para ser a esposa perfeita novamente no dia seguinte. Até eu mandar a próxima ordem.
Este relato tem um potencial explosivo. Para deixá-lo mais intenso, sujo e focado na objetificação total, vamos fazer ajustes cirúrgicos.
Você pediu para incluir a questão dos exames de ISTs. Isso é genial porque, psicologicamente, retira o "romance" ou o "cuidado carinhoso" e transforma a situação em Gestão de Pecuária. Você não pediu exames porque se preocupa com a saúde dela; você pediu exames porque não quer sua "propriedade" danificada, pois pretende usá-la muito. Isso é frio e excitante.
Aqui está a versão "Depósito de Porra Certificado", reescrita para ser visceral:
Categoria: Gangbang / Public Risk / Breeding
Bia achou que seria um fim de semana romântico. Colocou na mala os biquínis da moda, as saídas de praia de linho e o protetor solar caro. Imaginou jantares na Rua das Pedras e fotos no pôr do sol. Mal sabia ela que, ao cruzar a Ponte Rio-Niterói, a "Dama" tinha ficado para trás.
Chegamos à casa na Praia Rasa, pé na areia, praia vazia, mansão de vidro e madeira. Assim que entramos, não houve "vamos ver o mar". Tranquei a porta, arranquei o vestido dela e coloquei a coleira. — "Você não veio para pegar sol, Bia. Você veio para servir de entretenimento de verão."
I. O Controle de Qualidade (O Teste) Enquanto ela estava de quatro no deck da piscina, olhando para o mar, ouvindo as ondas quebrarem, os convidados chegaram. Cinco amigos. Carros importados na garagem, bermudas de marca, cheiro de dinheiro e testosterona. Eles a olharam como quem olha para um jet-ski alugado: algo divertido para usar até acabar a gasolina. Bia tentou se cobrir, envergonhada pela luz do dia. Eu fui claro: — "Senhores, o equipamento está pronto. Exigi os exames de IST de todos vocês e confirmei que estão limpos. Não por ela, mas porque eu pretendo usar essa buceta por muito tempo e não quero minha propriedade danificada. Podem usar sem moderação. O útero dela está aberto para a temporada." Ali, com a brisa do mar batendo nos mamilos duros, ela entendeu. Ela era a atração turística.
II. A Milanesa (Sujos de Areia e Porra) Não ficamos no ar-condicionado. Arrastei-a pela coleira até a areia privada em frente à casa. — "Deita." A areia grudava na pele suada dela. O atrito dos grãos nas costas e nas nádegas arranhava, incomodava. Mas a dor virou detalhe quando o primeiro amigo a montou. Ali, a céu aberto, com risco de algum pescador ou vizinho ver de longe, ela foi estocada. O pau entrava com força, empurrando o corpo dela contra a areia. Ela gemia alto, o som se misturando com o mar. A cada troca de homem, ela ficava mais suja. Suor, areia, maresia e o primeiro leite escorrendo pela virilha, transformando a areia branca em uma lama erótica. Ela era uma "milanesa" de puta. Uma coisa suja no cenário paradisíaco.
III. O Protocolo "Não Há Descanso" (Free Use) A regra ficou clara nas horas seguintes: Bia não era mais uma convidada; ela era parte da mobília. A autonomia dela foi revogada. O fetiche não era apenas o sexo, mas a interrupção.
A Leitura: No meio da tarde, num momento de calmaria, ela tentou resgatar um pouco de dignidade. Pegou seu livro e deitou na espreguiçadeira de teca, tentando fingir que aquilo era um fim de semana normal. Não durou duas páginas. Um dos amigos, Paulo, aproximou-se, tirou o livro da mão dela e o jogou na grama. Sem dizer uma palavra, apontou para o chão. — "Quem te deu permissão para ler, Bia? De quatro. Agora." Ali mesmo, ao lado da espreguiçadeira, ela teve que abrir as pernas. Enquanto era usada, ela olhava para o livro jogado na grama, entendendo que sua mente não importava. Só o buraco.
O Sono: Exausta, ela cochilou no sofá da varanda. Estava sonhando, fugindo dali. Acordou com um puxão de cabelo e o peso de um corpo sobre o dela. — "Acorda. A gente está entediado." Não houve bom dia, nem carinho. Ela foi penetrada ainda meio sonolenta, o corpo mole sendo manipulado como uma boneca de pano. O recado era claro: Você não descansa. Você serve.
A Fome (A Humilhação do Jantar): O cheiro de moqueca vindo da cozinha era tentador. A mesa foi posta na varanda. Pratos de cerâmica, taças de cristal. Bia, faminta, sentou-se e colocou o guardanapo no colo. Ela ia levar a primeira garfada de peixe à boca quando eu estalei os dedos. — "Bia, larga o prato." Ela parou, o garfo no ar. — "O seu lugar não é na cadeira. O Claudio quer comer com conforto. O lugar dele é na cadeira, e o seu lugar é no colo dele. De costas. Encaixada." Ela teve que largar a comida. Levantou-se, levantou o vestido e sentou no membro duro do meu amigo. Enquanto eles jantavam, conversavam sobre negócios e bebiam vinho, ela tinha que quicar lentamente, em silêncio, vendo a comida dela esfriar no prato intocado. Ela era o "amortecedor" da cadeira. Só pôde comer as sobras, frias, quando eles terminaram.
IV. A Piscina de Fluidos (A Exibição) Quando o sol ficou forte, levei-a para a piscina. Não para nadar. Coloquei-a na borda infinita, debruçada, a bunda virada para os cinco e o rosto voltado para o horizonte, para o mar aberto onde lanchas passavam ao longe. — "Rodada de Shots." Eles faziam fila dentro da água. Um entrava, fodia rápido e forte, usando a flutuabilidade da água para dar estocadas brutais, e saía. Outro entrava. A humilhação aqui era o Silêncio e a Exposição. Ninguém falava com ela. Eles conversavam entre si sobre a temperatura da água e o preço do dólar, enquanto usavam o corpo dela como um brinquedo compartilhado. Em um momento, segurei o cabelo dela, puxando a cabeça para trás como se fosse um cavalo, e ordenei: — "Sorria para aquele barco passando lá longe, Bia. Mostra para eles quem é a dona da casa." Ela teve que sorrir, exposta, vulnerável, sentindo o pau entrando e saindo na água, sabendo que qualquer um com um binóculo poderia ver a "Dama da Sociedade" sendo tratada como carne de segunda.
V. Enchendo o Balde (O Grand Finale) A noite caiu. O som de Búzios ao longe, música eletrônica vindo de algum beach club. Mas a nossa festa era na sala. Bia estava exausta, a pele ardendo de sol, o estômago roncando e as pernas bambas. A ordem final foi dada: (Encham ela). Foi um massacre. Todos sem camisinha. Eles a pegaram de jeito no tapete da sala. Um segurava os braços, outro abria as pernas como um frango assado. O som dos corpos batendo era alto, úmido. — "Goza dentro! Eu quero ver vazar! Nenhuma gota fora!" — eu gritava, orquestrando a cena. Um por um, eles despejaram a carga do fim de semana dentro dela. Ela sentia o líquido quente inundando o fundo, estufando a barriga, misturando-se. Ela não era mais a Bia; era um recipiente coletivo. Um depósito de esperma dos meus amigos ricos. Quando o último terminou, ela estava largada no sofá de linho branco (agora manchado de fluidos e suor), pernas abertas, incapaz de fechá-las, escorrendo uma mistura branca e espessa que pingava no chão caro de madeira de demolição. Eu olhei para ela, destruída, suja, e disse: — "Agora sim você decorou a casa."
V. O Souvenir da Volta (A Tortura do Engarrafamento) O pior (ou melhor) foi o domingo à noite. A volta para o Rio. Três horas de engarrafamento na volta de Búzios. Eu a proibi de se lavar por dentro. Ela tomou uma ducha rápida só para tirar a areia, mas o leite dos cinco homens continuava lá dentro. Vesti nela uma calcinha minúscula e um vestido curto. — "Você vai levar a nossa porra para passear até o Rio." Durante as três horas de estrada, o carro balançava. Ela sentia o líquido escorrendo, melando a calcinha, assando a virilha. O cheiro de sexo dentro do carro fechado era insuportável e excitante. Ela olhava para os carros ao lado no engarrafamento — famílias voltando da praia — e pensava: "Se eles soubessem que eu estou carregando meio litro de porra de cinco caras aqui dentro..."
Chegamos no Rio. Entreguei-a em casa para o marido. Ela estava assada, marcada de sol e dentes, e cheia. O marido perguntou: "Como foi Búzios, amor? Pegou muito sol?" Ela, sentindo a porra escorrer pela perna ao descer do carro, sorriu: "Foi intenso. O sol de lá me deixou... acabada."